quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Seguindo nas reflexões sobre família postarei uma carta de uma mãe para o Pastor Caio Fábio e a resposta dele que com certeza edificará  as nossas vidas.

CARTA

O AMOR NÃO É EMOÇÃO

Pastor Caio,

Deus tem te usado poderosamente para falar ao meu coração! Através de seu site eu tenho tido a oportunidade de me conhecer melhor e, principalmente, tem lançado luz sobre minha fé e minhas convicções, de quem eu sou no mundo e em Deus. 
 Mas há questões que me afligem e que eu gostaria muito que o Sr. me ajudassem a entende-las...
 Tenho 21 anos e um filhinho de 2 anos e meio, e é sobre ele que eu queria falar.  
Pr., eu não consigo ser a mãe que eu gostaria. Tenho lido o seu site em busca  de respostas, mas eu não tenho achado; por isso que eu resolvi te escrever, em busca de alguma orientação. 
Por conta da gravidez, eu acabei me casando com o pai dele, por pressão da igreja e pelo fato de não querer morar mais  com nenhum de meus pais.
 A separação de meus pais foi muito traumática, pois aconteceu em meio à violência e traição, e cada um deles querendo reconstruir a sua própria vida, mas sem saber o que fazer com os filhos que acabaram sobrando.
 Eu vivia em uma situação difícil, pois não sabia se ficava na casa de um pai autoritário, ou se ficava indesejada na casa de minha mãe, pelo fato de ela não se sentir a vontade com seu namorado, comigo morando com ela.
 Isso me machucava muito pr., pois, sempre procurei ser uma boa filha e nunca dei preocupação por meus pais; mesmo assim eu nunca consegui me sentir amada suficiente por eles, principalmente pela minha mãe, que nunca conseguiu demonstrar seus sentimentos pelos filhos, sempre se mostrando mais preocupada com seu trabalho, seus relacionamentos, sua beleza, enfim...  
Sempre tivemos que ser muito independentes, pois, sabíamos que não podíamos contar nem com ela nem com meu pai, que também era muito distante...  
Mas eu entendi que eles são assim em virtude da criação que tiveram. Penso que eles aprenderam assim de seus pais, e não romperam com isso, e acabaram passando para seus filhos a mesma criação. 
Eu hoje me separei do pai dele, em uma decisão consciente e movida por fé, muito tranqüila por sinal, e não tenho mais problemas com meu ex-marido; e seu site me ajudou muito em relação a isso, pois, eu somente estava casada por conta da lei, em um casamento onde não havia amor, nem afeto; e onde eu me sentia presa; mas, graças a Deus, eu conheci o poder libertador da Graça de Deus.
 Pr., o problema é que eu não consigo ser uma boa mãe para o meu filho.  
Eu me acho muito displicente, não acho que dou o carinho e atenção suficiente para ele.  
Ele hoje está passando uns dias com o pai em outra cidade, mas eu não consigo sentir saudades genuínas dele. E quando ele está comigo eu vejo que tenho tratado ele como minha mãe nos tratou. Com descaso, com displicência, sem muito afeto. Enfim...eu não consigo sentir aquele AMOR por meu filho que eu vejo em outras mães, nem aquela saudade... Eu tenho medo de estar transferindo a mesma criação para ele; e isso me machuca muito, pois eu não quero que ele sofra o mesmo que eu e meus irmãos sofremos...
 Meu atual marido, fala que eu me cobro demais, que é normal que eu me sinta assim, em virtude das condições em que eu o tive, e da criação que eu tive... Tudo bem... E o que eu faço pra mudar isso?
 Eu não quero que meu filho seja uma pessoa carente, com baixa-estima e solitária, como eu me tornei... Quero que ele tenha uma educação e não uma "criação"! 
Meu pai sugeriu que eu o deixasse ser criado pelos avós paternos, que são muito carinhosos e amorosos com ele... Mas eu sou mãe! Eu que o carreguei no ventre, e que quase morri no seu parto! Não quero "dar" ele para outros criarem... 
E ele é uma criança maravilhosa, carinhosa e que não me dá trabalho algum, mas sinto como se não retribuísse o amor dele por mim...
 Ajude-me, Pr.
 Estou muito angustiada com isso... Quero que meu filho se torne um adulto saudável e confiante e sei que essa responsabilidade é muito minha...mas não sei o que fazer!

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RESPOSTA:
 Minha filha: Graça e Paz! 
É claro que o modo como fomos criados e educados, ou até condicionados pelos pais, tem importância enorme em nossa formação, e, até mesmo, nas nossas expressões afetivas na vida.
 Entretanto, o poder de tais coisas começa a diminuir e mesmo a mudar, podendo sumir de nós, quando iniciamos o processo de tomada de consciência da situação que nos forjou, e, no seu caso, que condicionou seus afetos ou modo de expressa-los. 
Filho são os amores mais naturais de nossas vidas.  
E mais: quem não ama ao filho, dificilmente amará mais alguém de modo visceral. 
Paulo diz que a mulher é salva pela sua missão de mãe; sendo que “salvo”, em tal contexto, quer dizer “sarada”, feita sadia. Ou seja: a maternidade é a melhor garantia de saúde em amor para a alma de uma mulher.
 Você não tem que se tornar refém de sua mãe na falta de alegria e de emoção na maternidade.
 O amor por filhos sempre vem carregado de carinho e ternura. Mas, muitas vezes, tem-se que ama-los sem emoção, pois, amor não é emoção.
 Ora, já que você não sente emoções diante da maternidade, então, assuma a maternidade com aquele amor que ama porque o amor é cuidado, carinho, proteção e atenção solidária. 
Creio que você deve tentar tudo para vencer isso. Pois, caso não tente, você pode ficar inviabilizada como mãe. Ou, então, você se tornará aquelas mães que somente amam os filhos que tiveram dos homens que amam ou amaram, o que é trágico. 
Porém, se dentro de um tempo nada mudar, sugiro então que você faça o que seu pai sugeriu, e, entregue seu filho para ser criado com amor e cuidado pelos avós.
 E mais:
 Quando a gente não tem para dar, é melhor entregar para quem tem, conforme a sabedoria de Salomão ensina. 
No caso das duas mães e Salomão [lembra, não é?] — a sabedoria indicou a mãe pelo simples fato de que a verdadeira maturidade não pensa que o filho é dela, mas sim da vida, e da melhor vida que a ele se puder dar.
 Foi a “mãe prostituta” aquela que disse “se não é meu não é de mais ninguém”. Ora, foi por isto que Salomão soube que ela não era a mãe, e mesmo que fosse a mãe natural, não o seria a mãe psicológica da criança, pois, pensava apenas na cria, e não na criança. 
Não fique buscando sentir amor. Amores sentidos são amores fugazes.  
Não é o sentimento que faz o amor, mas sim o amor que faz os sentimentos.
Ame seu filho. O que você sentir é bônus.  
Comece assim... Bem devagar. Sem angustias pela falta de emoção. E vá fazendo... Vá agindo... Vá se dando... Então, creia, as coisas vão crescer em você. 
Todavia... 
Penso que se você casou já duas vezes em três anos, estando seu filho com pouco mais de dois anos, é sinal de que, à semelhança de sua mãe, você está muito preocupada com sua vida afetiva a fim de poder ter alma para ser mãe.
 E mais:
 Penso que sendo você tão menina e novinha, o ter um novo marido, e que não é o pai de seu filhinho, é em si um complicador muito grande, pois, é simples entender que ninguém consegue organizar interiormente tantas coisas em tão pouco tempo. 
Tome cuidado para você não se tornar a sua mãe, só que apenas consciente de si mesma, e, assim, mais angustiada... 
Hoje sua prioridade é seu filho. O atual casamento tem que aprender o caminho secundário, até que você esteja apta para ambas as coisas: a maternidade e a conjugalidade. 
Enquanto isto, filhinha amada, exercite-se na maternidade, como Paulo recomenda escrevendo a Timóteo e a Tito. Leia ambas as cartas do apóstolo.
 Repetindo: 
Exercite-se na maternidade sendo mãe.
 Os sentimentos virão quando vierem. Até lá seja o que você sabe o que é e como deve ser.  
Afinal, quem sofreu tanto a ausência e a falta de interesse e afeto da mãe, sabe o que não quer para o próprio filho em razão do que rejeitou para si mesma. 
Receba todo meu carinho. 
 Nele, que nos ama sempre,

Caio 

terça-feira, 30 de agosto de 2011


MÁSCARA DE OXIGÊNIO

RESPIRANDO PRIMEIRO

EM CASO DE DESPRESSURIZAÇÃO DA CABINE, MÁSCARAS DE OXIGÊNIO CAIRÃO AUTOMATICAMENTE DO COMPARTIMENTO ACIMA DE SUA CABEÇA. POR FAVOR, COLOQUE A MÁSCARA DE OXIGÊNIO PRIMEIRAMENTE EM VOCÊ ANTES DE AUXILIAR CRIANÇAS PEQUENAS E OUTRAS PESSOAS QUE PRECISEM DE AJUDA.

Aviso de segurança das empresas aéreas

A lógica dessa instrução é óbvia: você não pode ajudar ninguém se desmaiar por falta de oxigênio.
Contudo, essas palavras também transmitem uma poderosa verdade espiritual. Se você quer extrair o máximo do seu tempo aqui na terra e viver um estilo de vida sem arrependimento, precisar envolver-se plenamente com as pessoas ao seu redor. Seu desejo é que as pessoas a quem amam saibam quanto são importantes. Você quer ser agente de cura nas vidas que toca, deixando um legado de impacto eterno. Mas a única maneira de alcançar esses objetivos próprios de um viver autêntico é reservar primeiro um tempo para concentrar-se em si mesmo. Se você não for saudável nos âmbitos espiritual, físico, emocional e relacional como poderá investir nos outros?
Devemos respirar primeiro para depois ajudar os outros.
Deus deseja que cultivemos energia espiritual, física, emocional e relacional. Nossa conexão espiritual com Deus é semelhante a um tanque de oxigênio ilimitado. Corpos, emoções e relacionamentos saudáveis surgem quando colocamos a máscara de oxigênio primeiro em nós, para então poder ajudar os outros.

Pense nisso!

Texto retirado do livro “1 mês para viver – Trinta dias para uma vida sem arrependimentos.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

70X7



Olá meninas , muita saudade de voces!!!! Infelizmente eu, Nette, Leidiane, não pudemos estar presente na nossa ultima reunião, pois estavamos no retiro da igreja...Enfim, na próxima semana, o Celebrando Restauração vai estar com uma programação especial, estamos estudando o passo 8 : "Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem prejudicamos e dispusemo-nos a fazer reparações a todas elas." Convido a todas vocês que fazem parte do PG Saltos, a assistirem essa palestra, é benção de Deus nas nossa vidas, aproveitem irmãs, precisamos passar a diante aquilo que recebemos diariamente do nosso Poder Superior Jesus Cristo!!!!

"Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados". Lc 7:47-48

Cristina Carlos 


terça-feira, 23 de agosto de 2011

O amor cura!!!!!!!!!!!!!

                  A RECEITA DE CURA DE ISAÍAS!


Isaías 58 nos diz que o que cura é o amor. Não adianta ora, jejuar, se humilhar, odiar com devoção piedosa o inimigo, dedicar-se aos cultos de vigília e combate, ou qualquer outra coisa, pois, sem amor, nada terá proveito; posto que sem amor toda existência se torne doença. O cenário que Isaías divisava era caótico. Um povo que vivia cheio de crenças e nenhuma fé.
Além disso, era um povo que se acostumara a usar a crença como macumba para soluções de problemas. Oravam por contenda e para buscar diante de Deus alguma vantagem sobre o próximo em qualquer coisa ou área da vida. Por isto, diz o profeta, eles secaram. Oravam e não eram respondidos.
Jejuavam e apenas emagreciam... Buscavam vantagens, mas tornavam-se estéreis como um deserto. Suas obras viravam ruínas em seus próprios dias...Enquanto isto, eles, em sua insegurança, buscavam exercer controle e poder sobre os outros.
Por isto, prendiam, escravizavam, amarravam ao próximo ou o algemavam com cadeias de dependência ou de manipulação.
Então, vem Deus e diz: Se vocês pararem de orar a oração do ódio, da contenda e da disputa, e se ao invés disso  dedicarem-se a soltar as ligaduras da impiedade e a quebrarem toda dependência que vocês criaram ou que venham a encontrar posta sobre o próximo; e se vocês ao invés de se vingarem, tratarem o inimigo com bondade; e se abrirem a própria alma confessando fraqueza com os fracos, e se não fugirem do encontro com o próximo, o semelhante — então, Eu digo: Eu estarei com vocês de tal modo que serei glória nas costas de vocês e luz adiante de vocês; e serei Aquele que nem mesmo os deixará pedir ou clamar, pois, antes que o façam Eu já terei respondido; e antes que gritem..., Eu mesmo me adiantarei e direi: Ei! Eu estou aqui! E mais: Deus diz: Quando vocês começarem a curar o próximo e as relações de vocês com a vida, Eu mesmo curarei as doenças de vocês. Desse modo, diz o Senhor: Quem quer ser curado, ame; pois, quem cuidar das coisas do amor, esquecendo-se de si mesmo, esse será curado no caminho, enquanto liberta e cura outros.
Esta é a verdade do Evangelho de Deus para mim e para você!

Nele, que nos cura pelo exercício do amor,

Caio Fábio

segunda-feira, 22 de agosto de 2011



A ZUMBIFICAÇÃO DA FAMÍLIA E A MORTE DO MUNDO!...

Um mundo sem famílias será um mundo sem amor!
Mas e não há mais famílias no mundo?...
Claro que há; mas está acabando...
Ainda há pai e mãe, apesar de que muitos são apenas progenitores, e, dia a dia, menos pais e mães de fato...
Daqui a tempos [não muitos tempos] haverá uma grande quantidade de filhos de proveta e sem pais de fato.
Hoje se vê a falta de família determinando os grandes problemas sociais nas grandes cidades do mundo...
São meninos e meninas cheios de ódio e de rancor; tomados de vontade violenta; irreverentes; prontos para qualquer coisa suicida...
Prova disso, além da proliferação das drogas químicas que matam, há ainda os crimes contra pai, mãe, avós e parentes...
O que poderá fazer o Estado em favor de uma sociedade sem famílias?...
Não basta haver progenitores ou agentes legais de paternidade e maternidade...
O que falta mesmo é a velha e saudável noção de família, de casamento, de educação, de respeito, de reverencia pelos mais velhos; e, sobretudo, falta a certeza de que pai e mãe são para sempre...
Ora, este último aspecto é o mais fundamental...
Entretanto, tal conceito está moribundo pelo fato não apenas de os pais se separarem com extrema facilidade, mas, também, em razão de que tais pais, uma vez separados, trabalham contra a antiga família...
São homens, pais, que se vão e não mais voltam...
São mulheres, mães, que uma vez separadas trabalham contra o ex-marido em relação aos filhos...
No fim o que fica são esses meninos zumbis...
Sim! Zumbis sem vida e amor; apenas prontos para os espasmos da vontade suicida e descomprometida com o sentido da vida...
Um mundo assim será uma assombração...

De fato a Terra está se tornando um lugar mal-assombrado...
É do Haiti que hoje me vem a maior inspiração para crer no poder do amor...
É a terra do Vodu?...
É o que dizem...
Todavia, apesar de tudo, na atual catástrofe se viu a poder do amor de pais por seus filhos e de filhos pelos seus pais...
Houve quem, debaixo da terra, cavasse 50 horas, sozinho, a fim de salvar um filho igualmente sob os escombros; tendo o mesmo acontecido também com filhos que viraram tatus em busca de suas mães...
Em New York tal catástrofe talvez não tivesse as histórias pessoais de amor e compromisso com pai, mãe e filhos que se viu e se vê no Haiti...
Aqui, e dizem que o Haiti não é AQUI, o que se vê é um terremoto sem abalos sísmicos, mas que faz a alma tremer de desesperança e desamor...
No processo de glacialização do amor no mundo, a morte do sentido e significado de família é o agente mais devastador...
A Grande Bomba do mundo é a existência sem família e sem amor!...
Quem acha isso “careta” haverá de ver a careta dos filhos contra os pais e dos pais contra os filhos...
Eu creio na essencialidade da família porque eu creio no Pai, no Filho e Espírito Santo!
Quem crê que Deus é amor e que Ele é Pai, Filho e Espírito Santo — esse tem que ver na família o arquétipo de tal verdade eterna, sem a qual os homens, feitos à imagem e semelhança de Deus, se tornam deuses dês-relacionados e perversos...
Quem diz que tem medo de Macumba deve saber que a maior Macumba da Terra é essa que é feita de Despachos de Filhos e de Pais...
É no desamor de tais “despachos” que o diabo cresce no mundo!...
Quanto menos amor nas famílias [...], mais diabo no mundo!
Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça!
Nele, que disse “Eu e o Pai somos um”,

 Caio Fábio 

terça-feira, 16 de agosto de 2011


{ Samba de uma nota só }

Qual é o seu assunto predileto? Não aquele de seu interesse, como o que gosta de ler, assistir na TV, cinema, esporte ou o andamento do trabalho, mas, o que você dispara a falar quando encontra um amigo e dá a impressão de estar cantando um samba de numa nota só? 

Problemas familiares? Desejo de emagrecer? Desejo de arranjar um namorado { a }? Desejo de mudar de emprego? Sonho de fazer sucesso? Falta de dinheiro? 

 O que você fala sem parar quando encontra um amigo é exatamente onde mora a sua neurose e as neuroses, quase sempre, tem como foco o Outro. E quando o foco é o Outro dificilmente conseguimos encontrar a paz {no dicionário, ausência de conflito} e sanar a angustia de não conseguir e/ou não poder resolver as questões que nos assombram. 

Uma pessoa em conflito interno permanente não consegue distrair-se, pensa e fala sobre a mesma coisa o tempo todo, e sem distração a vida emperra. Porque a vida é o que acontece enquanto esperamos a chuva passar. Na vida, como no teatro, é preciso abrir espaço para o improviso. 

Quem dá ao Outro o poder supremo de fazer a própria vida dar certo só conseguirá colecionar pequenos fracassos porque o Outro não está no mundo para satisfazer as nossas vontades e bem na verdade também está tentando se salvar dos seus próprios dilúvios. 

Dar ao Outro o poder de fazer a nossa vida dar certo é: acreditar, por exemplo, que um relacionamento é a salvação da lavoura, sinônimo de bem aventurança. 

Mas o Outro não necessariamente precisa ser alguém, pode ser algo: trabalho, esporte, objeto de consumo, empresa, amor, objetivo. Porque quando alcançamos uma dessas coisas, de acordo com 'o manual pratico das neuroses', outra se instala no lugar, pois quem foca no Outro não sente paz { ausência de conflito } quase nunca e padece sempre da sensação de que algo está faltando. 

Oui, oui, o que falta é coragem para ser só. Para ser e se sentir completo independentemente do Outro. Para aceitar que nem tudo é perfeito, para aceitar as próprias falhas. Para amar o que se tem AGORA e não o que passou e o que está porvir. 

E se essa coragem parece ter dado no pé, o jeito é parar de fingir que está tudo bem, parar de alugar os amigos com o famoso samba de uma nota só e encarar um divã. (O colo e a cura de Deus, por exemplo!)

Dica 

Tendemos a dar explicações aos outros, sem que eles tenham perguntando, sobre nossos problemas. Basta um amigo perguntar “tudo bem?’ para sairmos falando, falando, falando....Será que é para os outros que estamos explicando ou nos justificando ou para nós mesmos? Experimente refletir, antes de falar, sobre os motivos que te levam a falar determinados assuntos com determinadas pessoas. Você pode se surpreender. Você pode perceber, de repente, que aquele te escuta pode não ter o menor interesse no seu problema e que no fundo você pode estar querendo, apenas, entender seus próprios problemas ou se livrar deles... 





convide-se para tomar um chá e pergunte-se:
 você tem medo de quê? 

Autoria: Mônica Montone, poetisa e escritora.
Palavras em destaque rosa - PG Saltos 

sábado, 13 de agosto de 2011

IDE


Olá meninas, nossa reunião ontem mais uma vez, foi uma benção!!!!!!!!!! Estou providenciando uma sala para nos encontrarmos mais confortavelmente, com cadeiras em círculo, ar, quem sabe um som para louvarmos ao nosso Senhor....Estou postando um vídeo do Rev. Caio Fábio, um homem de Deus. Esse vídeo é um complemento da nossa conversa de ontem, sobre o ide que o Senhor quer que façamos. Assistam e vejam o que Deus espera de nós enquanto filhas d'Ele. Um beijo no coração de todas, que o Senhor as abençoe grandemente!!!!!!! Ahhhhhhhhhhh, obrigada pela visita da Isabela, Kaliane, Carla e Ana Cristina!!!!!! 


Um   , inté o próximo encontro. lembrem-se de levar a BÍBLIA!!!!Janete